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Comunidade e o Dízimo

April 27, 2017

 

 

“Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e possuíam tudo em comum” (At 2,44).

 

Quando percebemos a falta de unidade nas nossas comunidades, devemos buscar as causas disso. Ao olhar para a comunidade dos primeiros cristãos, vemos que hoje falta a conversão ao cristianismo. Falta “abraçar a fé”. Quando se abraça alguém ou alguma coisa, trazemos isso para perto, junto de nós.

É na comunidade que expressamos a experiência da doutrina de Jesus: “amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo” (Mc 12, 30-31). Essa experiência de conversão reflete na forma como conduzimos e sustentamos nossas comunidades. O dízimo e as ofertas não eram forçados pelos apóstolos. “De fato, quando existe a boa vontade, ela bem aceita com aquilo que se tem; não se exige o que não se tem” (2Cor 8,12). A manifestação de fé dever ser prática e espontânea: “que cada um dê conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar; nem constrangimento, pois, Deus ama a quem dá com alegria” (2Cor 9,7). Essa é a prova de uma comunidade convertida ao amor de Jesus. Enquanto para Israel o dízimo era uma obrigação lega (lei), para os cristãos era questão de consciência e alegria. O apóstolo diz que isso é “sinal de liberalidade e não de mesquinhez” (2 Cor 9,5).

Adentrando nesse espírito comunitário, modo de viver o cristianismo, notamos que as taxas, mensalidades, anuidade, promoções para manter a comunidade, destoa da experiência das primeiras comunidades. Uma verdadeira experiência de dízimo e ofertas por parte dos fieis revelará a grandiosidade da fé e da partilha. Quando levamos o dízimo para a igreja sem esperar nada em troca, somente por se sentir grato a Deus e membro de uma comunidade, reconhecemos também que “do Senhor é a terra com o que ela contém, o universo e os que nele habitam” (Sl 24,1).

 

“Sem experimentar ser dizimista na comunidade, nunca saberemos o eu realmente é o dízimo”.

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