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Reflexão do Evangelho


18.11.2018: 33º Domingo do Tempo Comum

Daniel 12,1-3; Salmo 15; Hebreus 10,11-14.18; Marcos 13,24-32

SINAIS DOS CÉUS QUE MUITOS NÃO QUEREM VER

A liturgia deste domingo, já indo para a conclusão do ano litúrgico, fala do “fim”: fim dos tempos, fim do mundo, fim de nossa vida terrena. E de sinais nos céus.

Ao longo dos 2 mil anos da Igreja, sempre existiram falsos profetas e suas falsas profecias, como os “milenaristas”. E sempre existiram seitas “especializadas” em anunciar que “Jesus breve virá”, embora o mesmo Jesus tenha dito que não veio para marcar a data do fim do mundo, nem a de sua segunda vinda (Mc 13,32).

Aliás, São Pedro já nos advertiu para não irmos atrás dos ignorantes e arrogantes que corrompem as Escrituras (2Pedro 3,16-17). E nos adverte também contra as provocações dos ímpios que não querem crer (2Pedro 3,3-4).

A primeira leitura e o trecho do Evangelho de hoje são do gênero apocalíptico, isto é, anúncio em forma de figuras, ou “modo humano de falar de Deus”. A finalidade deste tipo de literatura não é satisfazer a curiosidade, mas tornar-nos sábios e sustentar nossa esperança, especialmente em época de perseguição. Assim, por exemplo, o livro de Daniel foi escrito para apoiar a fé dos judeus ameaçados de morte. É fácil recordar que Daniel foi jogado na cova dos leões (Dn 9,17) e três jovens atirados no fogo (Dn 3,20). O livro do Apocalipse também foi escrito para revigorar a fé dos cristãos perseguidos e martirizados.

Pois é. Voltando a falar em sinais no sol, na lua e nas estrelas (Mc 13,24-25), lembremos que não se deve ler a Bíblia de forma fundamentalista. Assim, quem tem bom senso, sabe, por exemplo, a diferença entre uma parábola e um relato histórico. Isto dito e, por isso, sem querer forçar o texto bíblico, lembremos que já existiram, na vida da Igreja, muitíssimos sinais no sol e na lua e nas estrelas. Este mundo estúpido quer ver sinais, mas não quer ver os sinais que já surgiram, e que existem em nosso mundo.

Por exemplo, qualquer pessoa que se põe a observar as fotos da multidão lá em Fátima, no dia 13 de outubro de 1917, sabe que alguma coisa estava acontecendo. É a famosa “dança do sol”, testemunhada por milhares de pessoas. Esse prodígio foi anunciado meses antes, de tal modo que os adversários de Nossa Senhora até promoveram um “show”, no dia anterior, para tentar esvaziar a expectativa.

Os que não querem ver nem crer, saibam que no ano 2017, exatamente no dia 13 de outubro, na Nigéria, houve um sinal espetacular no sol, semelhante ao de Fátima, não natural, reconhecido oficialmente, e noticiado por jornais (

https://www.gazetadopovo.com.br/.../100-anos-atras-o-que-ocorreu-no-milagre-sol-d)

Há muitos outros casos. Fatos assim existem unicamente em ambiente católico. Quem deseja ser sábio, busque a verdadeira religião. “Os que tiverem sido sábios, brilharão como o firmamento”, diz o profeta Daniel na leitura deste domingo (Dn 12,3).

pe. aldo

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