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Reflexão do Evangelho


02.08.2020. 18º DOMINGO DO TEMPO COMUM


Isaías 55,1-3; Salmo 144; Romanos 8,35.37-39; Mateus 14,13-21.


E JESUS MULTIPLICOU PÃO!


Sim, o Evangelho de hoje fala de multiplicação de pão.

Pois é. Somente os católicos, e mais ninguém, têm condições de interpretar corretamente a Bíblia. Isso porque na Igreja Católica, e somente nela, se repetiram todos os milagres narrados na Bíblia. Até o milagre do peixe que engoliu Jonas se repetiu. (Para matar a curiosidade, um exemplo: No século IX, em Sorrento, um menino foi engolido por uma baleia, e essa baleia foi pega, e foi encontrado o menino vivo na barriga dela, graças à oração de Santo Antonino. Em Sorrento existe um monumento que recorda esse episódio.)

Quem não é católico e lê a Bíblia, sempre fica desconfiado, não tem certeza se é verdade ou não. E por isso surgem heresias. Sim, quem crê na Bíblia, crê na Igreja de Cristo.

Quando se fala em multiplicação de pão, aí... confusão generalizada. Acho que se a gente puser esta história da multiplicação e pedir a opinião do povo, pelo jeito vão aparecer uns sete bilhões de palpites diferentes no “feice” e no “zap”.

E para quem acha que só bem antigamente existiram esses “causos”, lembremos um recente. A notícia saiu assim: “No passado dia 12 de junho (ano 2014), a Santa Sé promulgou o decreto de beatificação da Irmã Irene Stefani, missionária da Consolata. O papa Francisco aprovou o milagre da multiplicação da água da pia batismal da igreja da Missão de Nipepe, no norte de Moçambique, atribuído à intercessão da Irmã Irene Stefani, entre 10 a 13 de janeiro de 1989.”

Então também o Papa, e todo o pessoal do Vaticano, está sabendo que existiu um milagre de MULTIPLICAÇÃO DE ÁGUA, em 1989. Na ocasião, muitos catequistas e outras pessoas foram atacados por terroristas. E fugiram para dentro da igreja. Só existia a água da pia batismal. Os terroristas não conseguiram entrar na igreja, deram vários tiros... e as balas se desviaram. Por vários dias, todos beberam água à vontade, e se lavaram... e não havia torneira nenhuma. Por ocasião da beatificação da Irmã Irene, lá em Roma, TRINTA dessas pessoas que estiveram lá dentro dessa igreja, em Moçambique, estavam presentes na cerimônia de beatificação.

Por isso, vamos parar com essa história de “milagre da partilha”. Uns anos atrás chegou nas paróquias um convite para encontro de catequistas. E no fim havia esse pedido: “Traga lanche... e, então, ao meio-dia, vamos fazer o milagre da partilha”. Estou curioso de saber o que os “chefes” do encontro ensinaram. Aliás, de vez em quando a gente ouve dizer, mais ou menos o seguinte: “Dízimo, o milagre da partilha”. É bom lembrar logo que partilha não é milagre, e dar o dízimo não é milagre, embora possa ser um sinal de dons do Espírito Santo, fé, esperança e caridade teologais. Mas dar o dízimo para seitas que combatem a Eucaristia e a Virgem Maria e etc.... aí é outra história, pode ser lavagem cerebral. Milagre tem que ser superior à natureza, diferente da natureza, contrário à natureza.

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