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4º Domingo do Advento: Reflexão do Evangelho

December 21, 2019

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

22.12.2019.  4º DOMINGO DO ADVENTO

Isaías 7,10-14; Salmo 23; Romanos 1,1-7; Matus 1,18-24.

O DEUS-CONOSCO QUE NASCE DA VIRGEM

            Neste quarto domingo do Advento lemos a profecia da vinda do Messias, o Emanuel,  Deus-conosco (em hebraico: “imanuel”: im= com; anu= nós; el: Deus) e a sua realização por meio da Virgem Maria.

            Temos o famoso texto de Isaías 7,14 em que Deus mesmo anuncia o sinal para o reconhecimento do Salvador. (Para quem tem boa memória, recomendo que gravem também a profecia em Daniel 7,14: a visão do Filho do Homem à qual Cristo sempre se referirá.)  O Evangelho de São Mateus cita, literalmente, usando a tradução grega chamada Septuaginta, a profecia de Isaías e a vê cumprida em Maria (Mt 1,23).

Pois é. Estamos diante de um grande mistério. E existe gente desorientada. Acontece que de uns 200 anos para cá, entrou o racionalismo nos estudos bíblicos. Como se sabe, o racionalismo pretende explicar tudo de forma natural, pois não quer admitir a intervenção sobrenatural no mundo material. É a tal da “desmitologização”.

 

Por exemplo, nestes últimos dias, o arcebispo de Milão pediu a dois pastores protestantes, que são marido e mulher, da “Comunidade Batista” (Obs.: não se diz “igreja batista”, pois, para ser “igreja”, tem que ter sucessão apostólica e os sacramentos), que escrevessem para o site da diocese de lá, comentários ao Evangelho do dia. E sem cerimônia escreveram aquilo que os não católicos sempre propagaram: que Maria não seria virgem, e que Jesus teria nascido de modo natural, isto é, de um homem e de uma mulher, etc. Sem falar que também neste ano (“pra não perder o costume”) está sendo divulgado um  blasfemo filme sobre Jesus pela tal “netflix’.

 

Pois é. Se não creem que Jesus foi concebido por obra do Espírito Santo e nasceu da Virgem Maria, como é que vão acreditar que Ele é Deus?  E por isso, não creem na real e física ressurreição, nem creem, claro, na única Igreja de Cristo, nem creem na real presença de Cristo na Eucaristia, etc. (veja em https://lanuovabq.it/it/ povero santambrogio la tua chiesa e diventata protestante).    

 

Além da Bíblia, parece existirem sinais de que também os pagãos aguardavam o Messias. Por exemplo, os escritores romanos Tácito (56-120 d.C.) e Suetônio (+126 d.C.) informam que os povos estavam em fermentação ao aproximar-se nos anos que antecederam o nascimento de Cristo. Escrevem que os povos estavam na expectativa de que da Judeia viria um “Senhor” do mundo (cf. V. Messori, Hipóteses sobre Jesus, Paulinas, p.123). Por sua vez, os reis magos chegaram a Jerusalém falando em estrela que tinha visto no oriente, sinal de que entre pagãos havia esta espera de um misterioso personagem (Mateus 2,2).

 

E da parte do povo judeu, existe em Jerusalém uma importante “pedra” encontrada no ano 2000. Os cientistas israelenses confirmam que o texto foi escrito décadas antes de Cristo e, segundo eles, confirma a fé na divindade de NSJC. Pedra de poucos anos antes do nascimento de Cristo. Ela fala da “profecia de Gabriel”; fala da expectativa do povo pelo Messias; fala da ressurreição do Messias, 3 dias após a morte.

 

Quando lemos as profecias sobre Cristo, lembremos que Ele não veio estabelecer um “reino”, ou uma nação semelhante às deste mundo. Por isso, quem não olha para o céu nunca vai entender o reino de Cristo, nem as profecias, nem a Bíblia, nem a Igreja.